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Quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007

Aiii que esta gaja é um perigo na estrada

Ora que já nem sei o que fazer. A madame agora aprendeu duas muito boas, isto é já vem desde o ano passado, mas agora faz sempre:

- A primeira abrir o cinto da cadeira dela em pleno andamento. Não sei se estão a ver o filme , eu a conduzir e quando dou por ela a menina vai toda contente a levantar-se parar espreitar à janela. Se há sítio que dá para para a prender  outra vez muito bem. O pior é quando não há sítio para eu parar e não sei porquê, ela prefere esses sítio para a habilidade. E não, não é falta de segurança da cadeira. Já experimentei mais que uma, de várias marcas ( eu tenho duas), inclusivamente de família e amigos. E a menina descobre sempre como se abre.

- A outra é ir toda feliz com o cinto apertado, mas com os braços de fora das alças para se encostar ao banco da frente. Já apertei as alças de tal forma que custa a pô-la na cadeira e ela se queixa que magoa e mesmo assim consegue. tenho sempre de dizer que o senhor polícia ralha ( desculpem lá senhores polícias, mas tem de ser...)e depois não a deixa passear com a mamã, para ela voltar a lá pôr os braços e mesmo assim, nem sempre consigo.

sempre que saio sozinha com ela, fico com o coração nas mãos . Qualquer dia apanho uma daquelas multas que fico sem saber ler nem escrever e estou mesmo a ver a cara  de incredulidade dos polícias, se eu disser que é ela e que faz isto em toda as cadeiras.

Mas o que me dá pânico e angústia é se um dia a menina vai nestes propósitos e tenho um acidente. Mesmo que eu cada vez tenha mais cuidado e nestas alturas  ande muito devagar.
 Já não sei o que fazer à minhalinda, mas teimosa que não tem consciência destes perigos.
Ultimamente evito andar de carro com ela, mas acho que isso não é solução
Ah e felizmente tenho a porta trancada para crianças porque o último divertimento da menina é abrir portas. A de casa também está sempre trancada senão ela abre.
Por isso apelo aos senhores polícias que não me multem, nem sabem as aflições que eu passo.....
sinto-me: sem saber o que fazer
crónica da Mamã Gansa às 13:23
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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2007

Não sou paranóica, mas que aconteceu, aconteceu!

Não sou paranóica no que diz respeito a perseguições ou coisas no género. Mas no que diz respeito a crianças todo o cuidado é pouco. O que eu vou relatar já se passou há mais de oito dias na sexta-feira anterior a esta última. Como já aqui disse gosto de passar com a Bárbara no Jardim da Estrela. As avós moram lá perto e fazemos dois em um, passeamos e deixamos avós contentes pela visita. É comum o jardim estar cheio de crianças e turistas, de máquina em punho prestes a registar as suas recordações num flash, talvez por isso desconsiderei a maior das vezes que sinto flashes apontados a mim ou à Bárbara, pois é normal por vezes sermos apanhadas em querer. Mas voltando à vaca fria. Eram já perto da 17 horas fomos lanchar à esplanada. A Dona Bárbara aproveita-se de eu estar atirara a carteira para pagar e decide fugir-me vou atrás dela e aperto – lhe a mão com tanta força que dá dó para que não volta a fugir. Finalmente consigo pagara e vamos lanchar. Pouco tempo depois de estarmos sentadas a Bárbara assusta-se e eu sinto um flash directo anos. Olho em volta e não vejo ninguém de máquina em punho. Devia ser de alguém de passagem, penso e tento não sobrevalorizar a questão. Vamos dar o lanche aos patos e seguir vamos jogar à bola. Escolhemos um espaço relvado perto do Coreto onde só estamos as duas. Entretanto chega um pai com uma menina mais pequenina que a Bárbara que brincar com a bola. Amoroso a Barbara aceita brincar com a menina e empresta-lhe a bola. Enquanto esperamos que a menina toque na bola, sinto sem qualquer sombra de dúvida um flash dirigido a nós, ( a menina e o pai desta estavam de costas para a direcção do flash). Olho na direcção do flash e vejo um homem sair acorrer detrás de uma árvore, que estaca quando me vê olhar e começa a afastar-se mais lentamente e a olhar para trás. Embora a primeira reacção fosse pensar correr atrás dele contive-me pois não podia deixar a Barbar sozinha. Como estava sem óculos não lhe fixei os traços de rosto. Mas fixei que era de meia-idade, calvo com óculos, tinha estatura média à volta de 1,65m e afastou-se com uma andar meio corcovado, sempre a olhar para trás. Despedi-me do pai da criança, peguei na bola e na Bárbara e fui tentar encontrar polícia, que nesse dia não vi no Jardim. Já não é primeira vez com o Jardim semi-vazio que tenho a sensação de estar a ser fotografada, mas por todos os motivos que descrevi nunca valorizei   a situação mas a certeza foi desta vez. Alguém que eu não sei quem é nem com que intenções, tem fotos minhas e mais grave da minha filha. Pode ser inócuo, pelo gosto de fotografar, mas porquê o esconder-se e o fugir?

 Pelo sim pelo não, fui a uma esquadra local e relatei o sucedido. Para minha surpresa, deram mais ao atenção ao que eu descrevi do que eu esperava, pelo fiquei surpreendida pela positiva e aconselharam-me que se voltasse a acontecer semelhante coisa contactasse para o 112 no caso de não ver polícia, no Jardim, pois eles dizem que têm sempre lá gente e que nos põe imediatamente em contacto. Não deixei de frequentar o Jardim, mas com cuidado redobrado. e da última vez que lá estive, vi uma patrulha. Não sei se reagi bem, mas situação para mim era estranha e nova e vocês o que fariam?

crónica da Mamã Gansa às 14:34
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